domingo, 30 de junho de 2013

COMO POSSO AJUDAR OS MEUS FILHOS ÍNDIGOS?


COMO POSSO AJUDAR OS MEUS FILHOS ÍNDIGOS?
Mensagem de Jennifer Hoffman
27 de Junho de 2013.


Querida Jennifer. Eu tenho três filhos Índigos. O mais velho, agora com 25 anos, parece se encaixar com a descrição da “Energia Índigo do Príncipe”, e está ainda lutando, tentando descobrir o seu caminho. Ele está se curando de sua dependência às drogas e é incapaz de se concentrar em qualquer coisa, e não gosta de fazer planos para o futuro. Meu filho do meio, de 21 anos, é muito tranqüilo e permanece em seu quarto durante a maior parte do tempo, em seu computador. Sua ansiedade e timidez o retém e embora ela tenha sido capaz de completar o curso básico de combate a incêndios, ele foi incapaz de realmente participar das chamadas. Meu filho mais novo está ainda na escola secundária e indo bem até agora. Como posso ajudar os meus dois filhos mais velhos? Como posso fazer para impulsioná-los, sem causar mais ansiedade? Eu vivo através do exemplo e os encorajo durante todo o tempo, mas a resposta deles é mínima. O mais velho poderá ter um novo emprego em breve, mas o meu filho do meio não parece estar interessado. Sei que este é um dos meus desafios de vida, como uma trabalhadora da luz, mas alguns conselhos poderiam realmente ser úteis.

Resposta de Jennifer: Seus filhos escolheram um poderoso professor ao tê-la como mãe e esta escolha foi intencional. Os Índigos não são crianças fáceis de educar e é preciso que alguém compreenda a sua dor para ajudá-los a superá-la. Dito isto, todos vocês parecem estar presos nos ciclos dos Índigos da dor, da confusão, da dúvida e da falta de motivação e confiança.

O difícil trabalho que precisa ser feito, afastando os seus filhos da inércia, cabe a você. Embora você queira apoiá-los através de sua dor, você também precisa afastá-los disto, e isto irá exigir um pouco de amor e de rigidez. Primeiro, no entanto, precisamos observar o Karma que você compartilha.

Há um poderoso contrato de alma entre você e os seus filhos. Seu compromisso com eles é ajudá-los a sobreviver aos desafios em suas vidas e então criar futuros satisfatórios e significativos. Você se lembra de vidas onde eles não foram capazes de realizar isto e viu as vidas deles terminarem prematuramente, de uma maneira ou de outra, em parte porque eles se sentiram fora do controle e impotentes.

Seu maior medo é que eles morram antes que alcancem o aprendizado que você sabe que eles precisam, e é por isto que você está com tanto medo de criar mais ansiedade. Mas ao fazer isto, você está também impedindo-os de avançar. Um de vocês tem que liberar o seu medo para que estes ciclos possam terminar.

Seus filhos já estão ansiosos e temerosos, assim não é possível criar mais ansiedade para eles. Eles precisam estar fora de sua casa, vivendo as suas próprias vidas e criando um caminho de vida que lhes traga alegria. Eles não poderão fazer isto sem um tipo de incentivo de você.

Eles precisam de alguns prazos, encontrarem empregos ou ir à escola, e saber que há um fim para o apoio suave que está apenas servindo para mantê-los confusos. Por mais que você pense que os está ajudando, eles estão vendo a sua falta de uma ação mais poderosa, como confirmação de sua crença de que eles não podem fazer isto, e você está realmente incentivando o seu comportamento.

É o momento de se sentar com eles, juntos e separadamente, e estabelecer algumas regras básicas que você espera que sejam respeitadas, o que inclui maior participação na casa, mais interação social, um esforço verdadeiro em encontrar um emprego e deixar que eles vivam as suas próprias vidas.

Por mais que tema isto, você tem que fazer isto, ou você se encontrará, daqui a cinco anos, exatamente onde está agora. Lembre-se: o contrato de alma inclui o reconhecimento de sua dor e de apoiá-los em encontrar em caminho mais satisfatório para a sua vida e para os usos de sua energia. Eles são talentosos e inteligentes, apenas precisam de alguém para motivá-los e mantê-los movendo-se para direções novas e mais poderosas.

www.urielheals.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Extraído de: http://stelalecoqc.blogspot.com

terça-feira, 25 de junho de 2013

ÍNDIGOS – A ENERGIA DO PRÍNCIPE E DA PRINCESA


ÍNDIGOS – A ENERGIA DO PRÍNCIPE E DA PRINCESA
Mensagem de Jennifer Hoffman
24 de junho de 2013.


Tenho notado um tipo de energia entre alguns jovens Índigos, a geração nascida por volta de 1980 e a qual eu chamo de “Energia do Príncipe e da Princesa”. É uma energia que envolve vidas passadas como realeza, o que traz uma série de características, dependendo de como ela é expressa nesta vida. Em seus aspectos negativos, ela se manifesta como dúvida e confusão sobre como navegar na vida. Esta é uma energia difícil, cujo propósito é ensinar a compaixão, a humildade, a conexão e a autoconsciência.

Em outras vidas, estes Índigos foram crianças reais, muitas vezes mimadas e “estragadas”, mantidas acima dos outros e por causa de sua posição, foi-lhes negado uma vida “normal”, onde elas poderiam ser o que elas quisessem e interagir com outros na sociedade. O resultado de suas vidas era pré-determinado, incluindo o que elas poderiam fazer, como poderiam agir, com quem elas poderiam interagir e casar, e elas tiveram um número limitado de opções de estilo de vida.

Embora possamos pensar que seja maravilhoso estar na realeza e viver este estilo de vida mimado, exclusivo e intensamente protegido, muitas destas crianças se sentiram restritas, envergonhadas da extravagância e da abundância que elas gozavam, enquanto outras ficavam sem nada. Elas nunca conheceram o verdadeiro amor e foram incapazes de ter a vida que elas queriam.

Aquelas que, nesta vida, expressam esta energia como um direito extremo, terão que aprender lições de humildade e de compaixão em algum ponto de suas vidas, muitas vezes através da luta financeira ou emocional, ou através da perda. Outras, que estão confusas e não conseguem descobrir como decidir o seu próprio caminho na vida, precisam de uma forte orientação e incentivo, para que elas possam aprender como fazer escolhas poderosas para si mesmas.

Muitas vezes, elas precisam de orientação de como desenvolver os seus pontos fortes e usar os seus dons, porque em suas vidas de príncipe e princesa, foi-lhes dito o que fazer e elas viveram através do que se esperava delas. Ser capaz de escolher o seu próprio caminho na vida é realmente estranho para elas. E elas podem frequentemente, rejeitar a abundância e o sucesso, por causa do fardo que isto foi para elas no passado.

Estas energias têm fortes lições ligadas a elas e às vezes estes Índigos irão lutar durante anos, até que cheguem a um acordo com as suas vidas anteriores e aprendam a receber e a apreciar a abundância que elas criam para si mesmas, e compreendendo que o que elas recebem não é tirado de mais ninguém.

Aqueles que têm filhos assim, provavelmente ficam frustrados com a sua dúvida e confusão, com a sua incapacidade de fazer escolhas, ou no outro extremo, com o seu senso de direito que lhes permite pensar que tudo deve ser dado a elas. Compreendam que isto é parte das suas lições de vida e tomem as suas decisões de acordo.

E, lembrem-se de que elas os escolhem como os seus pais, para que vocês possam lhes ensinar e porque vocês são os seus melhores e mais poderosos professores que, em certo sentido, podem não ser capazes de lhes dar o luxo que elas desejam e pensam que deveriam ter ( e isto é por que elas não nasceram em uma família rica ou real), ou elas aprenderão com vocês sobre o trabalho, o compromisso, os seus dons e valores, porque isto é o que elas precisam aprender.

E com o tempo, elas resolverão estas vidas de maneiras poderosas e aprenderão a contribuir e receber do mundo de formas equilibradas e que lhes tragam alegria.

www.urielheals.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Extraído de: http://stelalecoqc.blogspot.com

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O QUE É A ENERGIA ÍNDIGO?

 Mensagem de Jennifer Hoffman
25 de Fevereiro de 2013

Desde 2005, eu estive escrevendo sobre os Índigos, um tema que conheço bem, como alguém que mantém esta marca energética e como a mãe de várias crianças Índigo. Embora não seja uma nova energia, ela tem se manifestado nos últimos trinta anos, pois evoluímos o suficiente para criarmos espaço para ela se expressar mais plenamente.

É a energia da mudança e da verdade, de se desfazer dos antigos sistemas restritivos e limitados para permitir a expansão, uma maior auto-expressão, a conscientização e a capacitação. A energia Índigo é a força para a mudança no mundo, mas nem sempre é a força da mudança. Ela nos desafia a estarmos em nossa verdade, ao revelarmos as inverdades de tudo o que mantemos como verdadeiro. Eles são os nossos mestres, estando aqui para nos ensinar o que esquecemos, mostrando-nos como isto não está funcionando para nós.

A energia Índigo não pode aceitar o status quo, a tendência atual, embora eles nem sempre saibam como mudá-la. Eles têm as idéias e a paixão, mas têm a falta de confiança. Eles são talentosos, mas são tímidos e profundamente sensíveis ao julgamento e à crítica. São profundamente afetados pelo que eles vêem como injustiça, falta de compaixão e de bondade, de domínio e controle no mundo, mas muitas vezes, sentem-se impotentes diante disto, ainda que eles tenham o talento, o compromisso e as crenças para mudar isto.


Eles acreditam nos outros, mas nem sempre acreditam em si mesmos. Assim, muitos deles vivem em agonia silenciosa, sofrendo com a condição da humanidade e se perguntando por que ninguém vê o que eles vêem ou sente o que eles sentem.

 As crianças Índigo, nascidas na década de 80, e os adultos, nascidos em muitas gerações anteriores, todos compartilham com o mesmo compromisso de trazer a mudança ao mundo. A geração mais jovem conseguiu mudar os paradigmas sociais, começando por eles mesmos. Eles são os tatuados, os gênios infantis, os jovens artistas, músicos, poetas, escritores, cujas habilidades achamos surpreendentes, perspicazes, sábias e às vezes, perturbadoras.

Os Índigos nos desafiam a irmos além dos nossos medos, a abrirmos os nossos corações e expressarmos com as palavras que eles possam encorajar outros, mas que nem sempre estão dispostos a falar por si mesmos.

E quando o mundo quebra os seus corações muitas vezes, muitos cometem suicídio, escorregam para um mundo entorpecente de vícios para escaparem dos pensamentos e sentimentos que eles não podem mais aceitar, ou escondem os seus dons e talentos por trás de uma atitude de “Eu não me importo e não irei participar.”

No entanto, eles são a mudança que o mundo precisa e a sua jornada continuará a nos impulsionar para um mundo mais amoroso, mais bondoso, mais gentil e poderoso, onde os nossos dons sejam celebrados e as nossas diferenças não mais importem.

A energia Índigo é o nosso convite para nos deslocarmos do humano para o divino, sem tentarmos ser santos, mas sermos totalmente quem somos como indivíduos e a família da humanidade, reconhecendo a nossa divindade, enquanto avançamos de seres humanos para seres humanos espirituais.

Direitos Autorais:
Site original: www.enlighteninglife.com      

Direitos reservados © 2004/2013 para Jennifer Hoffman. Todos os direitos são reservados. Todo o material desta página está protegido pela lei dos direitos internacionais dos Estados Unidos da América e não podem ser parcialmente o integralmente reproduzidos sem a permissão escrita e expressa da autora. Todas as reproduções autorizadas, parciais ou em cópias, por inteiro ou em parte, devem fazer referência ao nome da autora e ao website de Curas Uriel 

Tradução de Regina Drumond Chichorro – reginamadrumond@yahoo.com.br   

Extraído de: http://www.luzdegaia.net/uriel/jennifer/energia_indigo.html

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

PONTOS PERIGOSOS PARA OS PAIS

por Edilson Sevilha

Desconsiderar a importância do exemplo na escola do lar.

Ignorar que os filhos chegam à reencarnação através deles, sem serem deles.

Transformar as crianças em bibelôs da família, fugindo de ajudá-las na formação do caráter desde cedo.

Ajudar os filhos inconsideradamente tanto quanto sobrecarregá-los de obrigações incompatíveis com a saúde ou a disposição que apresentem.

Distanciar-se da assistência necessária aos pequeninos sob o pretexto de poderem remunerar empregados dignos, mas incapazes de substituí-los nas responsabilidades que receberam.

Desconhecer que os filhos são Espíritos diferentes, portadores da herança moral que guardam em si mesmos, por remanescentes felizes ou infelizes de existências anteriores.

Desejar que os filhos lhes sejam satélites, esquecendo que eles caminham na trajetória que lhes é peculiar, com pensamentos e atitudes pessoais.

Desinteressar-se dos estudos que lhes dizem respeito.

Relegar-lhes as mentes às superstições e fantasias, sem prestar-lhes explicações honestas em torno do mundo e da vida.

Não lhes pedir trabalho e cooperação na medida das possibilidades.
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O NÓ DO AFETO



Em uma reunião de pais, numa escola da periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-lhes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.

 Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.

 Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.

 Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
 
 Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo.

Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante. E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

 O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazer presente, de se comunicar com o filho.

Aquele pai encontrou a sua, simples mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo. Por vezes nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos do principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.

 É válido que nos preocupemos com os nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação é preciso que os filhos ouçam a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto os sentimentos sempre falam mais alto do que as palavras.

 É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro.

A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho. E você? Já deu algum nó afetivo no lençol do seu filho hoje?

Se você é um desses pais ou dessas mães que realmente precisam se ausentar do lar para prover o sustento da família, lembre-se que você pode encontrar a sua própria maneira de garantir ao seu filho a sua presença.

Você pode encontrar um jeito de dizer a ele o quanto ele é importante na sua vida e o quanto você o ama. Mas lembre-se da linguagem do coração. Dessa linguagem que pode ser sentida, apesar da distância física.

E procure apertar os laços do afeto, pois estes são os verdadeiros elos que nos unem aos seres que amamos. Pense nisso, mas, pense agora!

Redação do Momento Espírita com base em texto de autoria ignorada.
Disponível no livro Momento Espírita v. 2, ed. Fep. Em 18.10.2010.
Fonte: http://www.momento.com.br/

Extraído de:  http://portaldosanjos.ning.com/group/laosdeamor/forum/topic/show?id=3406316%3ATopic%3A1428933&xgs=1&xg_source=msg_share_topic

sábado, 20 de outubro de 2012

MOVIMENTO NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA ANIMAL




 Repudiamos veementemente qualquer retrocesso nas garantias penais para crimes contra animais expressas no projeto de lei 236/12, Novo Código Penal, que tramita no Congresso Nacional.

 Extraído de: http://www.reformadocodigopenal.com/
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