sábado, 25 de junho de 2011

PRESTEM ATENÇÃO AOS ANIMAIS ATUALMENTE EM SUA VIDA

Uma Mensagem de Gaia
Canalizada por Julie Miller
em 22 de junho de 2011

Adorados filhos, eu vim para lhes falar sobre os animais que estão em sua vida.

Não me refiro somente àqueles que vocês escolhem como seus animais de estimação, mas daqueles que vivem fora, na natureza.

Os animais de estimação que vocês têm agora escolheram estar com vocês.

Sim, até os animais de estimação escolhem seus donos, e as pessoas pensam que estão escolhendo o animal.

Parece muito com a escolha de um baralho de Tarô ou de um cristal.

Esses preciosos animais, independente de seu animal escolhido ser cão, gato, pássaro, réptil, peixe, etc., eles atraíram vocês para que os escolhessem, e foi assim que eles escolheram vocês.

E alguns desses animais que vocês têm não vivem tanto quanto vocês gostariam que eles vivessem.

E eu entendo sua tristeza quando eles os deixam, às vezes de repente e até mesmo quando eles chegam à velhice, causando tristeza porque eles eram parte de vocês e de suas famílias.

Meus queridos, prestem atenção, eles entraram na sua vida por muitas razões e trouxeram lições que eram para vocês e para aqueles que vivem com vocês, se vocês não são sozinhos.

As lições que eles trazem são sutis, mas com certeza elas estão aí, meus queridos.

Também quero falar das lindas criaturas que possivelmente estejam no seu quintal, ou em parques e áreas de recreação.

Prestem atenção também, meus queridos, até mesmo no menor dos insetos.

Eu peço isto porque a menor criatura que cruza seu caminho está ali por uma razão.

Não estou dizendo que todas as criaturas estão lhes passando uma lição a ser aprendida.

O que estou tentando informar é que aqueles que propositalmente passam bem na sua frente, quando vocês sabem que eles poderiam ter desviado, estão ali para lhes dizer alguma coisa.

Vocês podem ser visitados por um determinado pássaro que pousa bem ao seu lado ou bem próximo de vocês para ser totalmente identificado e não vai embora tão rapidamente: esse pássaro tem uma mensagem para vocês.

Os pássaros são mensageiros do Divino, meus queridos, e eles trazem realmente mensagens preciosas. Todas diferentes.

Até mesmo um inseto pode lhes trazer uma mensagem.

Essas mensagens, meus queridos, não são somente para dizer olá, elas lhes são enviadas para ajudar em alguma parte de sua vida, possivelmente um lembrete para fazer alguma coisa.

E alguns de vocês podem viver em uma zona mais rural e verem cervos ou coelhos ou outros animais.

Eles também terão algo a lhes dizer, se eles de repente surgirem para vocês.

Durante suas vidas agitadas e atarefadas, é importante, meus queridos, manter sua conexão com a vida que está ao seu redor, não somente os humanos com quem vocês vivem e trabalham.

Quando uma abelha vem em sua direção, quando podia ter desviado, ela não está ali para picar, a menos que vocês a ameacem, ela está ali para dizer alguma coisa.

Neste ponto, ela se conecta com vocês.

Meus queridos filhos da Terra, vocês são conectados com tanta coisa e alguns de vocês se esquecem de que os animais também fazem parte de sua conexão.

Esta é uma mensagem pequena, queridos. E me alegra falar com vocês através desta canalizadora, e eu sei que vocês se alegrarão ao receber esta mensagem.

Até nos dias mais úmidos, apreciem o espírito de cada dia.

E quero lembrá-los, antes de partir, de dispensarem um tempo, meus queridos, para apreciar os tesouros simples que estão ao seu alcance.

Apreciem o canto dos pássaros de manhã e encontrem a calma nas suas vidas atarefadas o máximo possível.

Gaia.

fonte: http://lightworkers.org/
Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com/
Respeite os créditos

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Matemática de vida - Heróis lúcidos

 

Idosos japoneses se oferecem para trabalhar em Fukushima10 de junho de 2011
 
Cerca de 200 idosos japoneses estão se oferecendo para tentar controlar a crise na usina nuclear de Fukushima. O grupo é composto por engenheiros aposentados e outros profissionais. Todos com mais de 60 anos.
Eles dizem que são eles que devem enfrentar os perigos da radiação, e não os jovens.
Assistindo ao noticiário, o engenheiro Yasuteru Yamada decidiu mobilizar idosos como ele. Para ele, a atitude não é corajosa, mas lógica. "Eu tenho 72 anos e posso viver mais 13 ou 15 anos. Mesmo que seja exposto à radiação, o câncer vai demorar 20 ou 30 anos para se desenvolver." Ele está tentando autorização do governo para que os voluntários possam entrar na usina nuclear. O governo agradeceu a oferta, mas é cauteloso, e Yamada não dá detalhes sobre o andamento das negociações.
A usina ainda está liberando radiação, três meses após o terremoto e tsunami que atingiram o país. A operadora Tepco confirmou que o combustível de três reatores derreteu, e dois funcionários foram expostos a níveis radioativos acima do tolerado.
Idosos dizem que devem sofrer menos os efeitos da radiação

A matemática da vida em Fukushima
Publicado em 03/06/2011 -Marvio dos Anjos


Há no Japão um grupo de 200 aposentados, em sua maioria engenheiros, que se oferece para substituir trabalhadores mais jovens num perigoso trabalho: a manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo grande terremoto de três meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yasuteru Yamada, que tem 72 anos e negocia com o reticente governo japonês e a companhia, usa uma lógica tão simples quanto assombrosa.
"Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para surgir. Logo, nós que somos mais velhos temos menos risco de desenvolver câncer", afirma Yamada.
É arrepiante. Na contramão do individualismo atual - e lidando de uma maneira absolutamente realista em relação à vida e à morte -, sexagenários e septuagenários querem dar uma última contribuição: ser úteis em seus últimos anos e permitir que alguns jovens possam chegar às idades deles com saúde e disposição semelhantes.
O que mais impressiona em toda a história é a matemática da vida. A morte não é para eles um problema a ser solucionado - ou talvez corrigido, pela hipótese mística da vida eterna que medicina e biologia tentam encampar e da qual as revistas de boa saúde tentam nos convencer; a morte é, de fato, a constante da equação.
Nada que o mundo ocidental não conheça. O filósofo alemão Georg Friedrich Hegel (1770-1831) certa vez definiu "mestre" como alguém desapegado da vida a ponto de enfrentar a morte, enquanto "servo" seria um escravo do desejo de continuar vivo - e que obedeceria mais às regras que lhe garantissem a sobrevida. Em consequência, o servo anula sua vontade de transformar o mundo e a si mesmo.
Criados numa sociedade de consumo, corremos o risco de levar essa escravidão às últimas, defendendo a boa saúde e os confortos com muito mais afinco do que aquilo que podemos fazer por nós e pelos outros enquanto ainda gozamos dela.
Os senhores do Japão ensinam que a morte é a hora em que podemos continuar a existir na memória das pessoas - uma oportunidade que, para mim, eles não perdem mais.

Enviado por e-mail pelo irmão Pedro.
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